#livreomundo pelo mundo

01 de dezembro, 2017 - por Max Franco

Nestes dias, mais uma vez, perdi alguns livros. A cidade escolhida foi o  Rio de Janeiro.

Talvez o lugar tenha escolhido os livros. Afinal, O Confessor e Palavras amargas são os meus livros mais cáusticos e críticos.

No O Confessor, tenho um grupo que se revolta contra a corrupção brasileira e decide fazer justiça com as próprias mãos. Eles passam, então, a eliminar políticos corruptos para insuflar medo nos demais. O Rio precisaria de um confessor? Talvez não, se o povo tivesse consciência…

No Palavras amargas, faço uma compilação dos meus contos mais ariscos. Neles, o instrumento da palavra é usado como uma arma, sempre em riste para enganar, explorar, ferir, ludibriar, manipular e dominar. As palavras são sempre amargas, seja para quem as use, seja para quem é usado. O Rio – hoje – por melhor que seja, ou pior que esteja, sempre traz algo de doce com um amargo no fim, ou, no começo…

Espero que as minhas palavras tenham caído em boas mãos e diante dos olhos mais curiosos.

Outras virão.